quarta-feira, 17 de junho de 2009

Paul McCartney pede aos fãs que não consumam carne uma vez por semana (às segundas), a fim de combater o aquecimento global. Segundo a FAO, a produção de carnes mundial (bovinos, suínos e ovinos) é responsável pela emissão de 18% dos gases causadores do efeito estufa, mais que a emissão de poluentes de todos os carros do mundo. São emitidos milhões de toneladas de metano, gás mais prejudicial ao meio ambiente que o gás carbônico.

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O bicarbonato de sódio foi capaz de inibir metástases tumorais em estudos realizados com camundongos e publicados no periódico “Cancer Research”. A substância eleva o pH do tumor, dificultando a proliferação das células.

Quiche de brie com mel e amêndoas

De todas as massas de quiche que conheço, esta é a número um: sem gordura saturada, sem gordura trans e sem colesterol, não leva manteiga, margarina, gordura hidrogenada (argh!) nem ovos... é do Jeff Smith, lembra dele?, aquele que nos primórdios da TV a cabo tinha um famoso programa (Frugal Gourmet) e depois, numa trajetória meio Wilson Simonal, foi envolvido num escândalo de pedofilia e acabou caindo no ostracismo até sua morte, em 2004...

Massa: 1 xícara de farinha de trigo, 1 colher (chá) de fermento em pó, 1/4 xícara de óleo, 1/8 xícara de leite desnatado, sal. Misturar tudo com cuidado e deixar descansar na geladeira por meia hora, no mínimo. Assar a massa por alguns minutos antes de pôr o recheio.

No recheio usei ricota, um triângulo pequeno de brie, um pouco de leite para ficar cremoso, 2 ovos, sal e pimenta.


Quando a quiche estava pronta para ir ao forno pela segunda vez (agora, com o recheio), pus um fio de mel e algumas amêndoas em pedaços.


Cultural

Em 1967 o sociólogo pernambucano Gilberto Freyre afirmou que “uma cozinha em crise significa uma civilização inteira em perigo: o perigo de descaracterizar-se”, antecipando a valorização da culinária como matéria-prima fundamental à compreensão da sociedade. Os antropólogos concordam que os principais elementos de identificação de um povo são o idioma e a comida.


Lucca, cidade italiana cercada por muralhas na região da Toscana, proibiu a abertura de novos restaurantes de culinárias étnicas dentro de seu centro histórico. Os moradores orgulham-se de descender dos etruscos, que fundaram Lucca antes de os romanos a tomarem em 180 a.C. Num ambiente tão conservador, até a culinária siciliana é considerada étnica.

Em Lucca existem quatro restaurantes de kebab, pois a população de imigrantes é cada vez maior e muitos italianos, principalmente os jovens, apreciam comidas de outros países. Além disso, o preço é bem mais acessível, além de os imigrantes turcos e árabes estarem dispostos a trabalhar maior número de horas, fazendo concorrência desleal com os restaurantes tradicionais. Assim, os já existentes poderão ficar, mas novos restaurantes étnicos e fast foods estão proibidos de se estabelecer dentro dos muros da cidade – e não só em Lucca, mas também em Sienna e outras cidades da Toscana e de outras regiões (em Veneza, a Coca-Cola foi impedida de instalar máquinas de refrigerante pela cidade).

Os turistas que visitam Lucca se dividem: alguns afirmam querer viver os sabores e a cultura da Itália e concordar com as autoridades locais quanto à preservação de sua cultura e identidade histórica. Outros, no entanto, alegam que alimentos de fast-food hoje não estão mais ligados a nenhuma região em particular: pertencem ao mundo.


Enquanto isso, a Coreia do Norte inaugurou há meses na capital, Pyongyang, a primeira pizzaria do país: os cozinheiros foram enviados pelo presidente Kim Jong-il para serem treinados na Itália, e os ingredientes importados da Itália. Até então, os norte-coreanos só tinham visto pizza e espaguete na TV. Mesmo agora, só uma elite privilegiada terá acesso a este luxo, já que a maior parte da população vive em extrema pobreza.


E em Cantão, sul da China, o prato da moda nos restaurantes é "frango mordido por serpente venenosa" (ou "sheyaoji", em mandarim): o cozinheiro obriga uma serpente a morder a cabeça do frango, que morre em segundos na frente do cliente. O veneno perde a toxicidade depois de cozido e, dizem eles, é bom para combater resfriados e reumatismos.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Feitos um para o outro

Certas combinações clássicas, além de saborosas, potencializam as propriedades nutritivas dos alimentos. Quer ver?


A vitamina C da laranja aumenta a absorção do ferro do feijão


Os aminoácidos presentes no arroz e no feijão se completam, formando proteínas


O azeite potencializa os efeitos antiinflamatórios do manjericão


A gordura insaturada do azeite também aumenta a absorção do licopeno do tomate...


... e a vitamina D da gema aumenta a absorção do cálcio do leite em até 40%


O organismo absorve melhor a vitamina A da cenoura na presença de vitamina E, encontrada na soja, milho e nozes (fonte: BOL)

sexta-feira, 12 de junho de 2009

E o vencedor é...

... na verdade, uma vencedora: a autora da resposta no. 2, que ganhou por pequena margem de votos da no. 5 do misterioso Nicolai (agora não mais tão misterioso assim, depois das dicas que deu sobre sua identidade...). O livro vai, então, para a Denise, na cidade de Pato Branco, Paraná. Parabéns a todos os participantes!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Votação

Chegou a hora de votar nas respostas enviadas para decidir quem vai ficar com o livro. O período de votação vai até quinta-feira da semana que vem, e o nome do vencedor será divulgado na sexta-feira, dia 12 de junho. Em nome da transparência, não vale voto anônimo. Participe!

Você tem fome de quê?

No. 1:
“Eu tenho fome dos molhos que eu faço... do guisso e do guisadinho da minha avó paterna. Mas o que eu sinto mais fome é quando eu viajo e fico longe das minhas próprias panelas... eu amo a minha comida. Aquela inventada, que eu reinvento todos os dias. Meus sabores apimentados ou leves como pluma... eu tenho fome da minha criação!”

No. 2:
“Eu tenho fome de saber!”

No. 3:
“Eu tenho fome de tudo, mas em relação à comida sou das coisas mais simples possíveis. Viveria só de pão, frios, frutas, queijos e chocolate!”

No. 4:
“Tenho fome do meu tempo de criança, ser bajulado pela avó com todas aquelas delicias que ela fazia para mim.”

No. 5:
“N ádia amiga, sou seu leitor, anônimo e silencioso
A mo livros, adoro a boa mesa e gosto de acrósticos
D epois de ler sobre seu Concurso Cultural
I niciei logo a redigir minha participação
A qui vão 5 frases em 5 idiomas... servirão?

F amélico estou... desejo que me dá pavor
O utrora meu coração foi tomado pela dor
M as novamente... me consome o interior
E ssa ânsia voraz... essa fome de amor!

F ame della tua bocca, tua voce
A ffamato del tuo riso, tua pelle
M angiare la tua bellezza palida
E proprio questa... la mia fame!

H unger for soul's nourishment
U ndefined, insatiable feeling
N eedless is to say, how
G ood and rejoiceful is the
E motion when someone find a
R eal food for the feelings

H ombre con hambre incontenible
A lgo que sacie este deseo
M ujer con hambre insaciable
B uscan lo mismo placer
R eto que os traga el interior
E s hombre y hembra con hambre

F aim de joies, faim d'un peu de bonheur
A h... mon Dieu, espérer jusqu'à quand?
I nfini est mon désir et espérance, mais je
M eurs de jours en jours de faim... d'amour!»

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Kinkan ao Frangelico

1 1/2 xícaras de açúcar
3/4 de xícara de água
1 bandeja de laranjinhas kinkan cortadas ao meio
3/4 de xícara de Frangelico (licor de avelãs)
Levar ao fogo o açúcar e a água em fogo baixo. Esperar a fervura e deixar ferver sem mexer durante 5 minutos. Adicionar as laranjinhas e o Frangelico e deixar mais 5 minutos, mexendo de vez em quando. Deixar esfriar e servir com bolos, sorvetes, panquecas...



Harmonização no Bazzar (parte 1)


A primeira harmonização da noite foi prosecco Salton com grissini de ervas envoltos em lâminas de salmão fresco. Depois veio o sangiovese Remole, da Marchesi di Frescobaldi, um tinto leve que casou bem com a brusqueta de queijo de cabra e tomate adocicado.

O malbec Doña Paula (muito, muito amadeirado) fez par com o biju de presunto cru e compota de cebola roxa.


Por último, o syraz da sul-africana Glen Carlou, o vinho mais encorpado da noite, acompanhou o embutido de vitela com risoto de limão, bacon e gruyère.

A energia das frutas não é só calórica: a Itália desenvolve painéis solares feitos de cascas de frutas, enquanto cientistas ingleses pesquisam a utilização de cascas de banana para produzir combustível em países africanos como Tanzânia, Burundi e Ruanda, grandes produtores da fruta.
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O Ministério da Agricultura pretende mudar os hábitos do consumidor brasileiro: depois da Semana dos Orgânicos vem aí a campanha "o saco é um saco", contra o uso de sacolas plásticas em lojas e supermercados.

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Você sabe tirar bem um chopp? Eu levei uma surra...