"Dentro de algumas horas estaremos no último dia do ano de 2010...
e, depois da meia-noite, virá o Ano Novo...
O engraçado é que - teoricamente - continua tudo igual...
Ainda seremos os mesmos.
Ainda teremos os mesmos amigos.
O mesmo emprego.
Os mesmos problemas, o mesmo amor.
As mesmas dívidas (emocionais e/ou financeiras).
Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida.
Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano...
A diferença, a sutil diferença, é que, quando o relógio nos avisar que é meia-noite do dia 31 de dezembro de 2010, teremos um ano INTEIRINHO pela frente!
Um ano novinho em folha! Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.
Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade, coragem ou fé...
Um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos nossos...
365 dias para fazermos o que quisermos...
E, principalmente, para aproveitarmos a pausa para pensar, curtir, agradecer, enfim, respirar.
Por isso quero agradecer aos companheiros e amigos.
Aos que me 'acompanham' desde muito tempo.
Aos de pouco tempo.
Aqueles a quem escrevo pouco, mas de quem me lembro muito.
Aqueles a quem escrevo muito e com quem falo pouco.
Aos que moram longe e não vejo tanto quanto gostaria.
Aos que moram perto e eu vejo sempre.
Aos que me parecem anjos, mas estão aqui e me dão a certeza de que este mundo é mesmo divino.
Muito obrigada e um Feliz 2011!!! "
(autor desconhecido)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Croquetes cremosos
Embora aqui no Brasil eles sejam conhecidos como "croquetes do tipo alemão", foi com holandeses que aprendi a fazer, usando as sobras das festas - peru, chester, carne assada...
50g de manteiga
50g de farinha de trigo
1 xícara de leite quente
400g (mais ou menos) de sobras de carne de qualquer tipo (ou de legumes, se você for vegetariano)
1/2 cebola picada
1 colher (sopa) de tomilho
1 colher (sopa) de salsinha
sal e pimenta a gosto
Derreter a manteiga, juntar a farinha e cozinhar, mexendo por uns 3 minutos. Junte o leite quente aos poucos para fazer o molho branco. Deixe ferver e abaixe o fogo, mexendo, para tirar o gosto de farinha. Acerte o sal.
Processe bem os outros ingredientes. Misture com o molho branco e leve à geladeira por cerca de uma hora.
Molde os croquetes e passe em farinha de trigo. A seguir, passe numa mistura de 2 ovos e 1/3 xícara de leite. Passe na farinha de rosca, depois de novo na mistura de ovos, e finalmente mais uma vez na farinha de rosca. Leve à geladeira por uma meia hora e depois frite em óleo bem quente e escorra em papel-toalha.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Pavê fácil de abacaxi
Se você não tem saco pra cozinha, mas ainda assim quer impressionar na sobremesa, anota aí:
1 lata de abacaxi em calda
1 lata de leite condensado 1 lata de leite
3 gemas
1 colher (sopa) de maisena
1 pacote de biscoito champanhe
1 pacote de gelatina de abacaxi
Prepare a gelatina conforme instruções da caixa e reserve. Misture o leite condensado, o leite, as gemas e a maisena e leve ao fogo, mexendo até engrossar. Reserve. Em um refratário monte primeiro os biscoitos embebidos na calda do abacaxi, coloque o creme, depois o abacaxi e por cima a gelatina.
Mojito de morango
Dicas saudáveis: filé de frango à parmegiana empanado com iogurte desnatado, farinha de rosca e queijo parmesão, coberto com mussarela de búfala, tomate e orégano, assado no forno...
... e rabanada preparada da maneira tradicional mas grelhada sem gordura (olha as marquinhas do grill), em vez de frita
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
O curso mais disputado no vestibular da UFRJ este ano não foi medicina, mas gastronomia: 115 candidatos/vaga.
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Quem é vivo tá sempre aprendendo... sabia que o certo é "muçarela", "muzarela" ou "mozarela"? Eu sempre escrevi errado.
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Nova polêmica envolvendo o McDonald´s: bioquímico americano afirma que a lanchonete acrescenta extrato natural de maconha na gordura usada nos alimentos para realçar o sabor e despertar o apetite. Será?
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A Alitalia recebeu o prêmio Best Airline Cuisine pela qualidade da culinária servida a bordo.
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Um show as imagens do fotógrafo americano Ryan Matthew Smith, que lança em março de 2011 o livro "Modernist Cuisine: The Art and Science of Cooking" - que, infelizmente, vai custar U$650,00:
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Quem é vivo tá sempre aprendendo... sabia que o certo é "muçarela", "muzarela" ou "mozarela"? Eu sempre escrevi errado.
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Nova polêmica envolvendo o McDonald´s: bioquímico americano afirma que a lanchonete acrescenta extrato natural de maconha na gordura usada nos alimentos para realçar o sabor e despertar o apetite. Será?
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A Alitalia recebeu o prêmio Best Airline Cuisine pela qualidade da culinária servida a bordo.
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Um show as imagens do fotógrafo americano Ryan Matthew Smith, que lança em março de 2011 o livro "Modernist Cuisine: The Art and Science of Cooking" - que, infelizmente, vai custar U$650,00:
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Drummond e O Sorvete
Talvez por consumir muito sorvete nestes dias quentes, fui tomada por uma nostalgia do conto de Drummond que conheci ainda menina, e senti vontade de relê-lo e publicar parte dele aqui. Neste conto, o poeta relata como em 1916, na pequena cidade mineira onde nasceu, ele e o amigo Joel, aos 11 e 13 anos, respectivamente, experimentaram o "delicioso sorvete de abacaxi" anunciado pela confeitaria local:
"O garçom depositou cuidadosamente sobre a toalhinha alva dois copos cheios de água, dois guardanapos de papel com florezinhas pálidas e duas tacinhas de vidro contendo, cada uma delas, meia esfera de uma substância alva e brilhante. Crianças de cinco anos desprezarão minha narrativa, e já ouço um leitor maduro, que me interrompe:
'Afinal, este sujeito quer transformar o ato de tomar sorvete numa cena histórica?'
Leitor irritado, não é bem isso. Peço apenas que te debruces sobre esta mesa a cuja roda há dois meninos do mais longe sertão. Eles nunca haviam sentido na boca o frio de uma pedra de gelo, e, como todos os meninos de todos os países, se travavam conhecimento com uma coisa de que só conhecessem antes a representação gráfica ou oral, dela se aproximavam não raro atribuindo-lhe um valor mágico, às vezes divino, às vezes cruel, em desproporção com a realidade e mesmo fora dela; um valor independente da coisa e diretamente ligado a sugestões de som, cor, forma, calor, densidade, que as palavras despertam em nosso espírito maleável.
Como posso reconstituir agora tudo o que nós criáramos, para nosso próprio uso, em torno da palavra sorvete, representativa de uma espécie rara de refresco, que às pequenas cidades não era dado conhecer; e cruzada bruscamente com a nossa velha e querida palavra abacaxi, ambas como que envoltas, por uma astúcia do gerente da confeitaria, na seda fina e macia da palavra "delicioso"?
A carga de simpatia e sensualidade com que me atirei – nos atiramos – às meias esferas trazia talvez em si o germe da decepção que logo nos assaltou. O sorvete era detestável, de um frio doloroso, do qual se excluía toda lembrança de abacaxi, para só ficar a idéia de uma coisa ao mesmo tempo pétrea e frágil, agressiva aos dentes, e, mais para além deles, a uma região íntima do ser em que está o núcleo da personalidade, sua mais profunda capacidade de gozar e sofrer. Era uma dor universal o que ele espalhava, e tão rápida e difundida como se invadisse no mesmo segundo, por mil filamentos, toda a rede nervosa... Lágrimas subiram-me aos olhos. No rosto de Joel, também o sofrimento se desenhava.
Evidentemente, era impossível continuar com aquilo, e tínhamos de resolver no espaço de alguns instantes, perante o olhar talvez malicioso dos frequentadores, do garçom, do caixa, o problema de liquidar com o sorvete sem ser por via de ingestão, ao lado de outro problema, oh, tão mais penoso, o da transformação imediata do nosso lírico conceito de sorvete numa triste noção experimental, erma de toda satisfação física ou estética... Mas como fazer desaparecer um objeto de difícil transporte e conservação, num lugar público? Pergunta que os assassinos devem formular-se, fechados no quarto com o cadáver; os mais sinistros e engenhosos expedientes têm malogrado. Em certo sentido, nós nos sabíamos criminosos, porque, insisto, o homem do campo a sós com as complicações da cidade é sempre débil; éramos debilíssimos. E nada mais triste do que reparar na tranquilidade esmagadora com que os da cidade assistem à nossa angústia insolvável. 'Por que pediu sorvete? Se não ia gostar?! E por que não gostou? É admissível que alguém não goste de sorvete? Logo de abacaxi! Especialidade da casa!' O caixa saíra do trono para dizer-me isso com a mão direita coçando o queixo e o bigode... Olhava-me com desdém e reprovação. Não, não disse nada. Mas eu ouvia dentro de mim suas palavras, a vergonha que elas fariam derramar sobre minha família – o filho do Coronel Juca não gosta de sorvete de abacaxi: ele teve coragem de ir a uma confeitaria elegante, pedir um sorvete e estragá-lo: e minha boca doía com a lembrança daquele gelo ardente e cáustico.
Então reatacamos o sorvete, mas ele continuava intragável. A verdade é que, sem noção alguma de como ingeri-lo, nós pretendíamos absorvê-lo a dentadas, em grandes porções que levavam consigo o pânico de um motor de dentista. O céu da boca era um teto fulgurante de dor: e o pior é que, eu bem o sentia, essa dor era ridícula.
Renunciei antes de Joel à empreitada de amor-próprio; que o garçom e o caixa me matassem, mas não 'comeria' mais aquilo. Olhei firme para meu amigo, que, por ser de ânimo mais rude do que eu, ou por haver descoberto instintivamente a técnica de tomar sorvete sem dor, ou finalmente por temperamento de chefe, continuava levando a colher à boca, a meia bola de neve já solapada.
Joel percebeu meu desconforto sem apoiá-lo, e com um olhar peremptório baixou-me esta ordem, entre dentes:
– Acabe com isso se não quer ficar desmoralizado.
Era um pensamento, uma noção dos Mendonça, formada na educação burguesa de várias gerações, que ele ministrava a um membro de outra família não menos rica de princípios respeitáveis, os Caldeira Lemos. Uma reputação pode perder-se com a menor prova de fraqueza. Há um orgulho de família, de pessoa, que o indivíduo recebe no berço e tem que sustentar. Joel tirava seu comportamento, numa situação assim imprevista, do corpo de doutrina dos Mendonça, e me lembrava que eu devia fazer o mesmo.
Sucede que aquilo que nos é penoso fazer, por iniciativa própria, mas sabemos necessário, se torna fácil de executar quando um poder estranho no-lo determina. Todo o encanto do sorvete estava perdido. Mas restava um dever do sorvete a cumprir, um dever miserável. Refreando as lágrimas, o desapontamento, a dor que um filho de boa família não pode sentir em público, mastiguei as últimas porções daquela matéria atroz.
Joel olhou-me de novo, já agora aprobativo e cordial. Ele também sofrera bastante, mas a vida é um combate. O garçom aproximou-se. Joel pôs a mão no bolso, perguntou quanto era.
O dinheiro não chegava."
"O garçom depositou cuidadosamente sobre a toalhinha alva dois copos cheios de água, dois guardanapos de papel com florezinhas pálidas e duas tacinhas de vidro contendo, cada uma delas, meia esfera de uma substância alva e brilhante. Crianças de cinco anos desprezarão minha narrativa, e já ouço um leitor maduro, que me interrompe:
'Afinal, este sujeito quer transformar o ato de tomar sorvete numa cena histórica?'
Leitor irritado, não é bem isso. Peço apenas que te debruces sobre esta mesa a cuja roda há dois meninos do mais longe sertão. Eles nunca haviam sentido na boca o frio de uma pedra de gelo, e, como todos os meninos de todos os países, se travavam conhecimento com uma coisa de que só conhecessem antes a representação gráfica ou oral, dela se aproximavam não raro atribuindo-lhe um valor mágico, às vezes divino, às vezes cruel, em desproporção com a realidade e mesmo fora dela; um valor independente da coisa e diretamente ligado a sugestões de som, cor, forma, calor, densidade, que as palavras despertam em nosso espírito maleável.
Como posso reconstituir agora tudo o que nós criáramos, para nosso próprio uso, em torno da palavra sorvete, representativa de uma espécie rara de refresco, que às pequenas cidades não era dado conhecer; e cruzada bruscamente com a nossa velha e querida palavra abacaxi, ambas como que envoltas, por uma astúcia do gerente da confeitaria, na seda fina e macia da palavra "delicioso"?
A carga de simpatia e sensualidade com que me atirei – nos atiramos – às meias esferas trazia talvez em si o germe da decepção que logo nos assaltou. O sorvete era detestável, de um frio doloroso, do qual se excluía toda lembrança de abacaxi, para só ficar a idéia de uma coisa ao mesmo tempo pétrea e frágil, agressiva aos dentes, e, mais para além deles, a uma região íntima do ser em que está o núcleo da personalidade, sua mais profunda capacidade de gozar e sofrer. Era uma dor universal o que ele espalhava, e tão rápida e difundida como se invadisse no mesmo segundo, por mil filamentos, toda a rede nervosa... Lágrimas subiram-me aos olhos. No rosto de Joel, também o sofrimento se desenhava.
Evidentemente, era impossível continuar com aquilo, e tínhamos de resolver no espaço de alguns instantes, perante o olhar talvez malicioso dos frequentadores, do garçom, do caixa, o problema de liquidar com o sorvete sem ser por via de ingestão, ao lado de outro problema, oh, tão mais penoso, o da transformação imediata do nosso lírico conceito de sorvete numa triste noção experimental, erma de toda satisfação física ou estética... Mas como fazer desaparecer um objeto de difícil transporte e conservação, num lugar público? Pergunta que os assassinos devem formular-se, fechados no quarto com o cadáver; os mais sinistros e engenhosos expedientes têm malogrado. Em certo sentido, nós nos sabíamos criminosos, porque, insisto, o homem do campo a sós com as complicações da cidade é sempre débil; éramos debilíssimos. E nada mais triste do que reparar na tranquilidade esmagadora com que os da cidade assistem à nossa angústia insolvável. 'Por que pediu sorvete? Se não ia gostar?! E por que não gostou? É admissível que alguém não goste de sorvete? Logo de abacaxi! Especialidade da casa!' O caixa saíra do trono para dizer-me isso com a mão direita coçando o queixo e o bigode... Olhava-me com desdém e reprovação. Não, não disse nada. Mas eu ouvia dentro de mim suas palavras, a vergonha que elas fariam derramar sobre minha família – o filho do Coronel Juca não gosta de sorvete de abacaxi: ele teve coragem de ir a uma confeitaria elegante, pedir um sorvete e estragá-lo: e minha boca doía com a lembrança daquele gelo ardente e cáustico.
Então reatacamos o sorvete, mas ele continuava intragável. A verdade é que, sem noção alguma de como ingeri-lo, nós pretendíamos absorvê-lo a dentadas, em grandes porções que levavam consigo o pânico de um motor de dentista. O céu da boca era um teto fulgurante de dor: e o pior é que, eu bem o sentia, essa dor era ridícula.
Renunciei antes de Joel à empreitada de amor-próprio; que o garçom e o caixa me matassem, mas não 'comeria' mais aquilo. Olhei firme para meu amigo, que, por ser de ânimo mais rude do que eu, ou por haver descoberto instintivamente a técnica de tomar sorvete sem dor, ou finalmente por temperamento de chefe, continuava levando a colher à boca, a meia bola de neve já solapada.
Joel percebeu meu desconforto sem apoiá-lo, e com um olhar peremptório baixou-me esta ordem, entre dentes:
– Acabe com isso se não quer ficar desmoralizado.
Era um pensamento, uma noção dos Mendonça, formada na educação burguesa de várias gerações, que ele ministrava a um membro de outra família não menos rica de princípios respeitáveis, os Caldeira Lemos. Uma reputação pode perder-se com a menor prova de fraqueza. Há um orgulho de família, de pessoa, que o indivíduo recebe no berço e tem que sustentar. Joel tirava seu comportamento, numa situação assim imprevista, do corpo de doutrina dos Mendonça, e me lembrava que eu devia fazer o mesmo.
Sucede que aquilo que nos é penoso fazer, por iniciativa própria, mas sabemos necessário, se torna fácil de executar quando um poder estranho no-lo determina. Todo o encanto do sorvete estava perdido. Mas restava um dever do sorvete a cumprir, um dever miserável. Refreando as lágrimas, o desapontamento, a dor que um filho de boa família não pode sentir em público, mastiguei as últimas porções daquela matéria atroz.
Joel olhou-me de novo, já agora aprobativo e cordial. Ele também sofrera bastante, mas a vida é um combate. O garçom aproximou-se. Joel pôs a mão no bolso, perguntou quanto era.
O dinheiro não chegava."
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Sábado na CADEG
Conheci finalmente a CADEG no sábado passado.
Nos corredores alegres e coloridos é possível comprar os mais variados produtos - de plantas a utilidades domésticas
destaque para azeite, bacalhau e vinhos
Há bares e restaurantes onde se pode sentar pra beber e comer, em geral comida portuguesa
e, do lado de fora, ainda se dança o "vira".
Risoto de banana e queijo
1 xícara de arroz arbóreo
1 banana-da-terra
100 g de queijo coalho
3 colheres (sopa) de manteiga sem sal
1/4 xícara de vinho
queijo parmesão ralado
2 colheres (sopa) de cebola picada
caldo de legumes
sal e pimenta-do-reino a gosto
Refogue a cebola em 1 colher de manteiga, acrescente o arroz. Em seguida, junte o vinho e mexa até evaporar todo o álcool.
Acrescente caldo de legumes quente aos poucos até o arroz ficar al dente. Frite 1 banana da terra em cubos em 1 colher de manteiga e em seguida, na mesma frigideira, o queijo coalho. Acrescente ao arroz já cozido. Por último, junte queijo parmesão ralado a gosto e 1 colher de manteiga, acerte o sal e a pimenta e sirva.
1 banana-da-terra
100 g de queijo coalho
3 colheres (sopa) de manteiga sem sal
1/4 xícara de vinho
queijo parmesão ralado
2 colheres (sopa) de cebola picada
caldo de legumes
sal e pimenta-do-reino a gosto
Refogue a cebola em 1 colher de manteiga, acrescente o arroz. Em seguida, junte o vinho e mexa até evaporar todo o álcool.
Acrescente caldo de legumes quente aos poucos até o arroz ficar al dente. Frite 1 banana da terra em cubos em 1 colher de manteiga e em seguida, na mesma frigideira, o queijo coalho. Acrescente ao arroz já cozido. Por último, junte queijo parmesão ralado a gosto e 1 colher de manteiga, acerte o sal e a pimenta e sirva.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Cookies com 0% de gordura
À base de aveia e laranja, dá pra comer sem culpa:
3/4 xícara de mel ou glicose de milho
1/2 xícara de suco de laranja
1 xícara de aveia em flocos levemente tostada
1 xícara de farinha de trigo
1/2 xícara de açúcar
raspas da casca de 1 laranja
1 colherinha de bicarbonato de sódio
Misturar todos os ingredientes, formatar os biscoitos e levar ao forno até dourar.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Se você não vai à feira por falta de tempo, saiba que a tendência é feira livre noturna. São Paulo já tem.
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Quem tem alto índice de caroteno (pigmento laranja dos alimentos) no sangue vive mais e está menos sujeito a doenças cardíacas e câncer, constatou estudo publicado no "Archives of Internal Medicine".
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Desafiado a criar uma sobremesa que reunisse elementos brasileiros e franceses, o estilista Alexandre Herchcovitch criou para o tradicional Café de la Paix, em Paris, uma mistura de brigadeiro com claras em neve, numa espécie de mousse. Parece bom...
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"Se estiver fechado é porque não abri. Se não estiver aberto é porque fechei." (placa num bar de Lisboa)
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Quem tem alto índice de caroteno (pigmento laranja dos alimentos) no sangue vive mais e está menos sujeito a doenças cardíacas e câncer, constatou estudo publicado no "Archives of Internal Medicine".
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Desafiado a criar uma sobremesa que reunisse elementos brasileiros e franceses, o estilista Alexandre Herchcovitch criou para o tradicional Café de la Paix, em Paris, uma mistura de brigadeiro com claras em neve, numa espécie de mousse. Parece bom...
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"Se estiver fechado é porque não abri. Se não estiver aberto é porque fechei." (placa num bar de Lisboa)
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Código de barras
Acabo de aprender que o azeite que a gente compra como português ou espanhol pode ser daqui mesmo, ou então importado e depois "batizado" com outro tipo de óleo, na hora de embalar. Para conferir a origem dos produtos, é só ver os números iniciais de código de barras dos produtos:
00-13: EUA e Canadá
30-37: França
40-44: Alemanha
45 ou 49: Japão
46: Rússia
471: Taiwan
489: Hong Kong
50: Reino Unido
520: Grécia
528: Líbano
539: Irlanda
54: Bélgica e Luxemburgo
560: Portugal
569: Islândia
57: Dinamarca
590: Polônia
594: Romênia
599: Hungria
600 & 601: África do Sul
690-692: China
70: Noruega
729: Israel
73: Suécia
750: México
759: Venezuela
76: Suíça
779: Argentina
789: Brasil
80 - 83: Itália
84: Espanha
00-13: EUA e Canadá
30-37: França
40-44: Alemanha
45 ou 49: Japão
46: Rússia
471: Taiwan
489: Hong Kong
50: Reino Unido
520: Grécia
528: Líbano
539: Irlanda
54: Bélgica e Luxemburgo
560: Portugal
569: Islândia
57: Dinamarca
590: Polônia
594: Romênia
599: Hungria
600 & 601: África do Sul
690-692: China
70: Noruega
729: Israel
73: Suécia
750: México
759: Venezuela
76: Suíça
779: Argentina
789: Brasil
80 - 83: Itália
84: Espanha
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