sexta-feira, 30 de abril de 2010

Torta de palmito com grão-de-bico

Eu amo os dois ingredientes, então não resisti à combinação vegetariana desta torta que mais parece um escondidinho, com a massa só na parte de cima:

Na véspera, deixe o grão-de-bico (250 gramas) de molho em 4 xícaras de água.

Para o recheio (base), faça um refogado com 2 colheres (sopa) de azeite, 1 cebola e 2 dentes de alho. Junte 6 tomates sem pele e sem sementes picados e 1 folha de louro, tampe a panela e cozinhe durante uns 10 minutos. Acrescente uma lata de palmito picado e 2 colheres (sopa) de amido de milho dissolvido em 2 xícaras de leite. Cozinhe, mexendo até engrossar. Acerte o sal e a pimenta e tire do fogo.

Enquanto o recheio esfria, prepare a parte de cima: cozinhe o grão-de-bico na água em que ficou de molho (pode usar a panela de pressão - deixe mais ou menos meia hora depois de pegar pressão). Depois que cozinhar, deixe sair a pressão e retire o grão-de-bico com a água do cozimento. Processe o grão-de-bico com a água e 4 colheres (sopa) de azeite. Junte 4 colheres (sopa) de farinha de trigo, acerte o sal e a pimenta e cubra o recheio de palmito num recipiente que possa ir ao forno. Salpique com queijo parmesão ralado e farinha de rosca e leve para assar até dourar a superfície.



Abóbora com malte e sálvia

Esta saudável e prática receita une o sabor adocicado do malte à pungência da sálvia:

Assar no forno aproximadamente 1 kg de abóbora em cubos com 3 colheres (sopa) de azeite e 1 colher (sopa) de açúcar mascavo, sal e pimenta-do-reino.

Quando a abóbora estiver macia, tirar do forno e jogar 1 colher (sopa) de extrato de malte por cima (vende em lojas de produtos naturais mas, se não tiver malte, use mel, Karo...). Levar ao fogo 1/2 xícara de creme de leite com umas 15 folhas de sálvia, deixar uns 5 minutos. Tirar do fogo e temperar com sal e pimenta-do-reino. Jogar por cima da abóbora e enfeitar com queijo parmesão ralado.



quinta-feira, 22 de abril de 2010

Na Austrália, as 7 mil cópias do livro de receitas “Bíblia das Massas” vão ser reimpressas. Tudo porque um erro de digitação fez com que no lugar de "black pepper" (pimenta preta) aparecesse "black people" (pessoas negras), causando um mal-estar racial. O erro vai custar à editora Penguin Books 20 mil dólares.

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Comer fast food deixa as pessoas mais impacientes, revela um estudo da revista Psychological Science. Faz também com que percam a motivação para poupar dinheiro, já que a busca passa a ser por uma gratificação imediata, é o que diz o estudo.

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O The New York Times revelou a nova mania: fotografar tudo o que se come e depois publicar na internet. Até um simples sanduíche merece foto, um biscoito - tudo mesmo, dando origem a diários gastronômicos visuais. A moda preocupa, já que em alguns casos pode se transformar em um novo tipo de distúrbio alimentar, quando a pessoa não consegue deixar de fotografar a comida.

Sorteio de Sabores

Cheio de fotos no melhor estilo "porno food", o livro "Flavours" da Marie Claire inova na apresentação das receitas, que são divididas por sabores - baunilha, frutas cítricas, gengibre, pimenta, chocolate, especiarias.


Sua autora, a australiana Donna Hay, é uma das mais influentes escritoras na área de gastronomia, com vários livros de sucesso e um prêmio da James Beard Foundation.

As receitas são simples e deliciosas, podendo ser executadas mesmo por quem não tem muita prática na cozinha...


... e ainda tem uma seção de boas ideias sobre o uso de cada um dos ingredientes - que, pra mim, é uma das melhores coisas do livro.


Para concorrer a um exemplar, é só escrever um comentário com seu nome até o dia 10 de maio. Só serão aceitos participantes residentes no Brasil. Boa sorte!

sábado, 10 de abril de 2010

Quibe de forno com nozes

Para a massa do quibe:
1/2 kg de carne moída
1 1/2 xícara (chá) de trigo para quibe
1 maço de hortelã
1 cebola
sal, pimenta e temperos árabes (sumak, zaatar, pimenta síria, cominho)

Ponha o trigo de molho em 1 xícara de água durante meia hora. Escorra e esprema bem com as mãos. Processe bem o trigo com a carne, a cebola e os temperos até ficar uma massa homogênea. Reserve.

Para o recheio:
1/2 kg de carne moída
2 cebolas picadas
3 colheres (sopa) de salsinha picada
3 colheres (sopa) de óleo
1/2 xícara (chá) de nozes picadas
1 colher (sopa) de manteiga
sal, pimenta e temperos árabes a gosto

Derreta a manteiga e frite as nozes até dourar. Reserve as nozes. Na mesma panela, derreta o óleo e refogue a cebola. Junte a carne e refogue até secar a água. Tempere com salsinha, sal, pimenta e temperos árabes. Por último, acrescente as nozes e misture.

Unte um tabuleiro ou refratário com azeite e espalhe metade da massa. Ponha o recheio e em seguida a outra metade da massa. Forme losangos com a faca, decore com pedaços de nozes, ponha um pouco de azeite por cima e leve ao forno não muito quente para não ressecar.



Arroz com farofinha de alho

Pra dar um gostinho diferente ao arroz branco de todo dia: refogar alho picado na manteiga ou azeite, juntar farinha de mandioca e dourar. Espalhe cheiro verde a gosto e acerte o sal. Depois, é só misturar ao arroz.



quarta-feira, 7 de abril de 2010

Quem gosta de pesquisar receitas e lê em inglês certamente conhece o All Recipes, site de gastronomia dos mais antigos, onde se podem compartilhar receitas e dicas de culinária. Agora a Reader’s Digest lançou versão do site em português, com umas três mil receitas - por enquanto.

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Pesquisadores da Universidade de Michigan publicaram no Journal of Biological Chemistry que uma proteína presente na banana é capaz de impedir que o vírus HIV se instale nas células sanguíneas, impedindo a propagação da AIDS.

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Carlo Petrini, fundador do Slow Food, foi citado pelo jornal britânico "The Guardian" como uma das 50 pessoas que podem salvar o planeta. Presente em 132 países, o Slow Food preconiza a volta da comida da vovó, da horta caseira, e combate os alimentos artificiais, industrializados, massificados e transgênicos. Para Petrini, as escolas de gastronomia deveriam ensinar física, agricultura, antropologia, história, economia e química, para então fazermos uma comida "boa, limpa e justa".

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Esta é pra quem gosta de um mistério. "O caso do pão maldito" é como ficou conhecido o mal explicado episódio que se abateu em 1951 sobre a pequena cidade francesa de Pont-Saint-Esprit, quando mais de 300 pessoas surtaram, chegando algumas a ser internadas em hospitais psiquiátricos e até morrerem após comer pão contaminado. Uma das hipóteses é que a CIA teria posto LSD na massa do pão para testar o efeito da droga sobre a mente humana. Na cidade, até hoje o assunto é tabu.

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A partir de 8 de abril, o GNT apresenta toda quinta às 22:30 "O laboratório gastronômico de Jimmy", mostrando o processo de transformação dos alimentos.
"Mas só chove, chove..."