terça-feira, 11 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
Fritura sem óleo
Conforme eu já tinha noticiado aqui, chega finalmente ao Brasil a panela que frita com uma quantidade insignificante de gordura. A fritadeira Actifry substitui óleo por ar e chega custando em torno de 1.000 reais. Lá fora sai por uns 200 dólares e, como viajo em breve, pensei em trazer uma na mala. Antes, porém, fui ver as resenhas na internet e descobri que muita gente não está tão satisfeita assim, o que me fez reconsiderar a compra. A principal queixa é que o produto é fraquinho e não vale o que cobram por ele. Vários consumidores reclamaram de defeitos logo após a compra. Como produto pioneiro, parece que a fritadeira precisa de ajustes, que deverão ser incorporados às gerações futuras. Assim, é melhor esperar - até porque o preço tende a baixar.
sábado, 8 de outubro de 2011
Risoto de tomatinho e burrata
Li em algum lugar que um famoso chef faz um maravilhoso risoto de burrata e decidi experimentar. Fiz a receita de risoto italiano tradicional, básico: refoguei a cebola picada em manteiga, acrescentei arroz arbório, vinho branco e, depois de deixar secar todo o vinho, fui juntando caldo quente aos poucos.
sábado, 1 de outubro de 2011
Gado Wagyu, Kobe Beef, Angus
Você já deve ter visto os termos acima, sempre associados a carne de qualidade excepcional. Eu fazia uma certa confusão, até que fui pesquisar para esclarecer de vez:
Originário da cidade de Kobe, no Japão, o gado da raça Wagyu ('Wa' = Japonês e ‘gyu’ = gado) era usado já no século II para transporte no cultivo de arroz.
Com a expansão do consumo de carne, os fazendeiros começaram a contratar trabalhadores para massagear as costas dos animais a fim de melhorar a qualidade da carne, além de alimentar o gado com uma dieta especial que incluía cerveja e saquê. A topografia montanhosa do Japão, com pequenas regiões de isolamento dos rebanhos, fez com que a carne dos animais desenvolvesse e mantivesse qualidades que a diferem significativamente das de outras raças - o fato de o gado não pastar torna a carne mais gordurosa e macia.
Para definir a qualidade considera-se o padrão de marmoreio entre a gordura e a carne, o brilho e a cor. Por esses critérios, a carne é dividida em até 15 tipos de excelência, sendo o A-1 o primeiro e o C-5 o último. A carne usada é a de vaca, que não tenha procriado, e não a do boi. A carne de Wagyu fica maturando durante 10 dias a 0ºC - 2ºC para que haja a produção de ácido oleico, o mesmo encontrado em azeites, que potencializa o sabor característico da carne Wagyu. Embora gordurosa, a Wagyu tem menor teor de colesterol que outras carnes bovinas, além de contar com gorduras saudáveis como ômega-3 e ômega-6.
Levado para os EUA, o gado Wagyu foi cruzado com o gado Angus para ter mais chances de sobreviver em clima americano, e recebeu o nome de American Style Kobe Beef, tornando-se bastante popular. Na América do Sul, os primeiros embriões de Wagyu foram implantados no gado Angus em 1998, no Chile. No Brasil, o quilo dessa carne pode passar de 200 reais.
Originário da cidade de Kobe, no Japão, o gado da raça Wagyu ('Wa' = Japonês e ‘gyu’ = gado) era usado já no século II para transporte no cultivo de arroz.
Com a expansão do consumo de carne, os fazendeiros começaram a contratar trabalhadores para massagear as costas dos animais a fim de melhorar a qualidade da carne, além de alimentar o gado com uma dieta especial que incluía cerveja e saquê. A topografia montanhosa do Japão, com pequenas regiões de isolamento dos rebanhos, fez com que a carne dos animais desenvolvesse e mantivesse qualidades que a diferem significativamente das de outras raças - o fato de o gado não pastar torna a carne mais gordurosa e macia.
Para definir a qualidade considera-se o padrão de marmoreio entre a gordura e a carne, o brilho e a cor. Por esses critérios, a carne é dividida em até 15 tipos de excelência, sendo o A-1 o primeiro e o C-5 o último. A carne usada é a de vaca, que não tenha procriado, e não a do boi. A carne de Wagyu fica maturando durante 10 dias a 0ºC - 2ºC para que haja a produção de ácido oleico, o mesmo encontrado em azeites, que potencializa o sabor característico da carne Wagyu. Embora gordurosa, a Wagyu tem menor teor de colesterol que outras carnes bovinas, além de contar com gorduras saudáveis como ômega-3 e ômega-6.
Levado para os EUA, o gado Wagyu foi cruzado com o gado Angus para ter mais chances de sobreviver em clima americano, e recebeu o nome de American Style Kobe Beef, tornando-se bastante popular. Na América do Sul, os primeiros embriões de Wagyu foram implantados no gado Angus em 1998, no Chile. No Brasil, o quilo dessa carne pode passar de 200 reais.
Assinar:
Postagens (Atom)







