quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Chips crocantes de couve

Um jeito fácil, gostoso e saudável de preparar a couve:

1 maço de couve
azeite
sal e pimenta-do-reino

Preaqueça o forno. Lave e seque bem as folhas de couve. Retire o talo do meio, aquele mais grosso. Corte o restante das folhas em pedaços menores e arrume-os num tabuleiro. Pincele com azeite e polvilhe com sal e pimenta-do-reino. Leve ao forno até ficar crocante.




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A crise está fazendo com que alguns restaurantes de Paris, para baixar os preços, trabalhem com produtos congelados e conservas. O Senado francês vai votar uma lei que obriga os restaurantes a trazerem impressas no cardápio informações para os consumidores.

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Os brasileiros estão migrando para os vinhos de melhor qualidade: embora o volume consumido no ano passado tenha crescido só 1,82%, o valor gasto em dólares teve um aumento de 16,54%. Os mais consumidos são, na ordem, chilenos, argentinos, franceses, italianos e portugueses.

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Em Londres, o Supermercado do Povo, inaugurado em junho de 2010, tem uma proposta diferente: você paga cerca de 75 reais por ano para ser sócio. Se trabalhar 4 horas por mês na loja (varrendo, fazendo pão ou operando o caixa), tem 20% de desconto em todas as compras, o que sai mais barato do que comprar em qualquer concorrente. Além disso, as cervejas vendidas são todas de pequenos fabricantes locais, e o Supermercado não vende cigarros.

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Pesquisa conduzida pela professora de psicologia Terri Fisher, da Universidade de Ohio, concluiu que os homens pensam em sexo 19 vezes ao dia, e em comida, 18 vezes ao dia, em média. Para as mulheres os números são 10 e 15 vezes, respectivamente.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Bolo de tâmaras com calda de caramelo

Bolo:

250g de tâmaras secas
250ml de água
60g de manteiga sem sal amolecida
170g de farinha de trigo
90g de açúcar mascavo
70g de açúcar refinado
2 ovos
1 colher (sopa) de fermento em pó

Leve ao fogo as tâmaras e a água e deixe ferver por 5 minutos. Reserve. Quando esfriar, retire os caroços e processe as tâmaras e a água até obter uma pasta lisa.
Bata a manteiga com os açúcares até ficar bem homogêneo. Junte os ovos e bata mais. Adicione a farinha e a pasta de tâmara. Por último junte o fermento, batendo em velocidade baixa. Leve ao forno médio em forma untada até um palito sair limpo ao ser espetado no centro da massa.

Calda:
3 colheres (sopa) bem cheias de açúcar mascavo
1 colher (sopa) bem cheia de manteiga sem sal
100ml de água quente
200ml de creme de leite fresco ou de caixinha

Leve ao fogo baixo o açúcar mascavo até começar a derreter. Junte a manteiga e a água e mexa até dissolver bem. Quando a calda estiver levemente espessa e lisa, junte o creme de leite aos poucos, mexendo sempre. Retire do fogo e jogue sobre o bolo quente.




Ceviche de salmão e tangerina

1 tangerina (suco e raspas da casca)
1/2 limão siciliano (suco)
300g de filé de salmão cortado em tiras
1/2 pimenta dedo-de-moça sem sementes e sem a parte branca
1 colher (sopa) de azeite extravirgem
sal e pimenta-do-reino a gosto
coentro a gosto

Misturar os sucos de limão e tangerina ao salmão e levar à geladeira coberto por meia hora. Retirar e acrescentar a pimenta cortada bem fininha, as raspas de tangerina, o azeite, as folhas de coentro, temperar com sal e pimenta e servir.



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A mentira das sacolinhas

No passado, os supermercados do Primeiro Mundo andaram cobrando pelas sacolinhas, hoje fartas e gratuitas. O Brasil, sempre atrasado, resolveu cobrar também... mas veja o que diz este e-mail que recebi:

"Os supermercados diziam gastar R$ 200.000.000 (duzentos milhões) de reais distribuindo " de graça"  7.000.000.000 (7 bilhões) de sacolinhas de plástico por ano aos consumidores, e que cada sacolinha tinha um custo em torno de R$ 0,04 (4 centavos) de real.

A 1a. GRANDE MENTIRA:
Os 200 milhões já estavam embutidos nos custos do supermercado e eram pagos pelos clientes. Assim como a luz, a limpeza e até o sorriso dos caixas.  Tudo pago por você, consumidor. Os grandes supermercados (Extra, Pão de Açúcar, Carrefour), numa compaixão inédita em favor do meio ambiente, se uniram para exterminar o uso de sacolinhas de plástico que eram dadas aos clientes, tudo isso pensando apenas no meio ambiente.

A 2a. GRANDE MENTIRA
Uma simples conta de matemática prova essa mentira. Em vez de "DAR" as sacolinhas (venda disfarçada dentro dos outros produtos), os supermercados agora irão "VENDER" (diretamente) aos consumidores sacolinhas biodegradáveis (mais uma mentira de que falaremos depois) ao custo de R$ 0,19 (dezenove centavos) de real cada uma, 5 vezes o valor da antiga sacolinha. É aí que entra a mágica:
7 bilhões de sacolinhas ao custo de 19 centavos cada vão gerar aos supermercados um ganho anual de R$ 1.330.000.000 (UM BILHÃO, TREZENTOS E TRINTA MILHÕES ) DE REAIS POR ANO.  Mesmo que só METADE das pessoas que vão a supermercados comprem sacolinhas, ainda serão R$ 665.000.000 (SEISCENTOS E SESSENTA E CINCO MILHÕES) DE REAIS POR ANO, ou seja: 3 vezes mais do que ELES JÁ GANHAM ATUALMENTE.

Mas e as sacolinhas biodegradáveis?
Bem, as sacolinhas são biodegradáveis apenas se forem corretamente processadas em usinas de compostagem.  Acontece que essas usinasNÃO EXISTEM, NÃO FORAM CONSTRUÍDAS e talvez lá por 2014 a primeira comece a funcionar... E OLHE LÁ.


3a. GRANDE MENTIRA
Outra GRANDE MENTIRA que os supermercados usaram para banir as sacolinhas de plástico foi a desculpa sem-vergonha de que, durante as chuvas, essas sacolas entupiam os bueiros e provocavam enchentes. Por quê? Porque as pessoas usavam as sacolinhas para jogar lixo fora (ué, isso não era conhecido como reciclagem?).  Mas agora elas terão que comprar sacos de lixo para esse fim, não é?! 
SÓ QUE ISSO É MELHOR AINDA PARA OS SUPERMERCADOS.
Como?

Outra simples conta de matemática.
Cada pessoa que reciclava as sacolinhas de plástico usa em media três por dia para acondicionar o lixo. Isso dá em média 90 sacolinhas por mês, usadas para jogar lixo fora (3x30=90). Os supermercados vendem o pacote com 100 sacos de lixo por uns R$ 12 (doze) reais. Então, durante um ano, uma pessoa vai gastar 1080 sacos de lixo (12x90) e vai precisar comprar 11 pacotes de saco de lixo (11*100 = 1100), gastando R$ 132 (cento e trinta e dois) reais.

Lembra dos 7 bilhões de sacolinhas que os supermercados "davam" todo ano? Se eu divido esses 7 bilhões por 100 eles serão equivalentes a 70.000.000 (SETENTA MILHÕES) de pacotes de sacos de lixo com 100 unidades cada.  70 milhões de pacotes vezes os R$ 132 por ano que cada pessoa vai precisar pagar para jogar o lixo fora vão gerar aos supermercados (que vão vender esses sacos de lixo) um lucro de R$ 9.240.000.000 (NOVE BILHÕES, DUZENTOS E QUARENTA MILHÕES) de reais.

Ou seja:
Dane-se a sacolinha ecológica! Eles querem mesmo é que você compre sacos de lixo, pois com isso vão ganhar 7 vezes mais."


Sorvete de Nutella

Não é preciso ter sorveteira nem ficar batendo várias vezes para fazer este cremosíssimo sorvete:

4 ovos
1/4 de xícara de açúcar
300 ml de creme de leite fresco
1 pote de 350g de Nutella

Bater bem os ovos e o açúcar durante uns 10 minutos na batedeira (a mistura deve ficar esbranquiçada e crescer bem). Juntar o creme de leite batido para chantilly e a Nutella levemente aquecida. Misturar com cuidado e levar ao freezer.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Aula de sushi

Sábado de manhã fui fazer um curso prático de comida japonesa com a Thecla Oliosi. Supercomunicativa e sem frescuras, ela te deixa super à vontade desde o início. O curso é previsto para durar 4 horas, mas acaba em menos tempo que isso (contando com a degustação no final - um superalmoço, na verdade) e abrange todo o tipo de sushi que eu conheço, além de sashimi (ela ensina os cortes) e aquelas conservas tradicionais de pepino (sunomono) e gengibre (gari). A turma é composta por 6 alunos e todos põem a mão na massa. Ao final, cada um recebe uma apostila.

Apesar de já ter me aventurado pela cozinha japa, o resultado nunca era bem como eu queria. O curso me deu aquelas dicas que fazem a diferença - o "pulo do gato".

Pra começar, a esteirinha (makisu) é revestida com papel-filme - começando pelo meio de um dos lados, depois vira e reveste todo o outro lado e depois mais uma vez do outro lado, de modo que ela fique totalmente revestida e as extremidades bem vedadas.

 
Na mesa de trabalho, sempre um recipiente com água, pois o manuseio do arroz é feito com a mão úmida.

A parte utilizada é o lombo do salmão. Tudo se aproveita. Cada parte tem uma finalidade - a mais nobre é para o sashimi, a menos nobre é picadinha para rechear o cone ou outro fim, a do meio é fatiada para o nigirisushi (aquele em que se faz o bolinho de arroz com a mão e coloca o peixe por cima). A pele também não se joga fora: é frita e usada para o "skin".

A faca tem que ser afiadíssima (a da Thecla é japonesa, um sonho de consumo - ela corta de um lado e sela do outro!) e o corte é uma das partes que exigem mais atenção.


Outro item que exige cuidado é o arroz: tem um ponto certo pra manusear sem que ele cole demais nas mãos. Na hora de lavar, é importante não tirar TODO o amido, o que significa que a última água ainda sai meio esbranquiçada. A gente precisa do amido pra "colar" os sushis.




o arroz já cozido - não pode deixar secar demais, e é melhor trabalhar quando ele ainda está morno


Para o tempero, vinagre de arroz e "soro caseiro" (água, 1 colher de sopa de açúcar e 1 colher de sopa de sal). Não se pode temperar com vinagre em panela de metal - se você só tem panela de metal, tem que tirar o arroz da panela pra temperar. Se a panela for de outro material, aí não tem problema.


 
O nori, folha de alga marinha desidratada, é posto sobre a esteirinha com a parte áspera para cima e o lado liso para baixo.


Uma pequena quantidade de arroz é posta sobre a alga.


 
Com a mão úmida, você espalha bem o arroz, deixando a "listra" de cima vazia. A camada de arroz deve ser bem fina, transparente.


Pra fazer o sushi enrolado com alga por fora (hosomaki), você coloca na extremidade mais próxima de você (a que tem arroz) o peixe e os temperos que desejar. Aqui, temos atum em lata, cebolinha verde e maionese sabor azeitona preta (é meio diferente, mas você não vai acreditar como isso fica bom!).

No outro vai salmão e queijo - o creamcheese que usamos vinha numa embalagem triangular, tipo "saco de confeiteiro", bem mais prática de aplicar.


Na hora de enrolar, mais uma dica preciosa: a cada volta com a esteira, você puxa do lado de lá (mais longe de você) para o rolo ficar bem apertadinho.

Vai sair uma quantidade absurda de sushis daqui, pois cada aluno faz os seus... boa ideia pra fazer uma "noite de sushi" em casa com os amigos: é só cada um trazer a sua esteirinha, e rapidinho fica pronto um monte de sushi.


Agora, o uramaki (enrolado em que o arroz fica por fora): o primeiro passo é igualzinho ao anterior...


... depois, você puxa pelo lado que fica mais longe (sem arroz) e vira a alga, deixando o arroz virado para baixo, em contato com o papel-filme.

Aí, na parte vazia (sem arroz, pois o arroz só está da segunda listra em diante, na parte de baixo) você põe o que quiser - este sushi é Califórnia, então pusemos manga, pepino e kani.

Este sushi tem que ser ainda mais apertado que o outro, pra não correr o risco de cair o recheio. O método para enrolar é o mesmo.




Alguns rolinhos e bolinhas feitos à mão.


O uramaki é passado em gergelim ou no tempero de sua preferência, ou ainda numa mistura de gergelim de várias cores e de vários temperos.


 
Alguns temperos usados.


 



Pra colar a fatia de peixe no bolinho, usa-se raiz forte (wasabi).


 
O corte também requer atenção a detalhes: posição do braço (reto), a faca só corta numa direção (sem vai e vem, como se estivesse serrando), sem pressão e força, para não esmagar (a faca desliza delicadamente da frente para trás, sem forçar para baixo). As extremidades dos rolinhos são desprezadas.


A pele daquele pedaço do peixe que vimos antes é passada na farinha de trigo e frita.


 
Depois, ela é cortada em retângulos pequenos. A professora usa a tesoura para isso.



A primeira bandeja de sushis


Alguns rolinhos são envoltos em massa de tempura (1 ovo, farinha de trigo, água ou cerveja bem gelada, um toque de açúcar mascavo opcional, sal também é opcional) e fritos, formando o sushi hot Filadélfia.

Thecla também ensina a fazer temaki (cone).


depois, é só saborear!


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Purê de batata com cebola caramelada

A cebola roxa caramelada e o tomilho dão um ar de novidade à mais "confort" de todas as comidas: o velho e bom purê de batatas.

1 cebola roxa picadinha
1 colher (sopa) de manteiga
1 colher (chá) de açúcar
Levar ao fogo a manteiga e o açúcar, juntar a cebola e deixar em fogo baixo, adicionando água quando for preciso, até a cebola ficar bem cozida, quase se desmanchando. Reserve.

1 kg de batata descascada, cozida e espremida
manteiga, sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
100 ml de creme de leite
folhinhas de tomilho a gosto
Prepare o purê, misturando a batata espremida com a manteiga, o creme de leite e os temperos. Acerte a consistência e o sabor e, por último, misture a cebola.